Logos de Minas Gerais

boa noite e boa sorte

Professor Fenelon e seus causos

Resumo: Algumas considerações sobre a central de concursos Praetorium, seus cursos e seus professores. Em especial ao grande professor Fenelon, que nos brinda sempre com suas crônicas bem humoradas em suas aulas de informática, sendo uma dessas o Stand-Up que público aos leitores hoje, no meio da postagem.

No princípio de novembro, voltei a me preparar para concursos com seriedade. Havia acabado de sair de uma ralação conturbada que havia me feito perder  o foco, negligenciar certas prioridades. Sempre fui de ser um bom cliente, seja do que for; não foi diferente no que se trata de cursinhos preparatórios, sempre fui cliente fiel do Praetorium.

Para quem não o conhece, o Praetorium é uma empresa especializada na área jurídica, com excelentes profissionais; usando um recurso inovador, no que se trata de ensino, que é o PraetoriumSAT. Esse recurso permite com que sejam transmitidas as aulas dos saudosos cursos da instituição por todo o país, através das unidades franquiadas.

Eis que em Novembro foi divulgado um curso da disciplina isolada de informática. Fenelon Portilho é o nome do professor resposável por essa carteira de ensino no Praetorium. O homem é espetacular no que faz, conseguiria ensinar a uma pedra sobre informática, ao meu ver. De cara, não esperava milagres do curso, muito menos  do professor, mas adimito que sai daquela sala de aula com plena certeza de que ele era o melhor que já vi.

Como se espera de cursos não-presenciais, os professores as vezes tem que dar seus pulos para quebrar o ócio e a monotonia dos alunos não-presenciais. Durante o curso, Fenelon, dentre outras coisas, para quebrar o gelo, contou um caso que me rende risadas até hoje e é esse caso que seguirei contando agora:

Sabe, eu me separei da minha mulher por motivos que são misteriosos. Acontece que havia uma energia muito estranha em minha casa; muito estranha e muito forte que chegava a causar efeitos em minha ausência. Era tão forte que os meus chinelos (daqueles Havaianas, macios, do jeito que eu tanto gosto), quando eu saia permaneciam quentes do jeito que eu os deixei. Eu viajava e deixava o meu roupão molhado, voltava duas semanas depois e ele ainda estava molhado. Vejam que estranho, deixava meu whysky cheio, chegava, o via pela metade e perguntava:

– Mulher, meu whysky! Quem bebeu o meu whysky?

– Foi eu, meu amor, para matar as saudades de você.

– …

É… São coisas da vida. A vida é assim. Essa energia fez isso tudo. Realmente, muito estranha essa energia.

Realmente um singular homem, com uma metodologia singular e uma didática singular. Eu o recomendo. Nota 10 para ele.

Boa noite, boa sorte.

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quarta-feira, 23 dezembro 2009 - Posted by | Arquivado |

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