Logos de Minas Gerais

boa noite e boa sorte

Adeus ano novo, feliz ano velho?

Resumo: Resenha sobre o fim de ano e sobre o que devemos plantar para colher coisas boas (mudar a semente ajuda). Algumas mudanças e algumas diretrizes para o Logos de Minas Gerais em 2010, alguns agradecimentos.

É chegado o momento de fazer o balanço semi-final. O final só vem quando se está moribundo, pronto para bara bater as botas. O que fizemos de ruim contra o que fizemos de bom (para dar um um gás na disputa de bem x mal, recomendo que multipliquem o bem por 10).

Confesso que não tenho nenhuma mensagem maestral para dar este ano. Estou me reencontrando. Abrindo o jogo, com objetividade e sinceridade: foi um excepcional ano, o melhor de todos pra mim, apesar dos momentos difíceis. Se bem que os momentos difíceis que constroem o caráter. Gente feliz não aprende, diz o ditado.

Bem, já que é fim de ano, vou afrouxar a gravata e relaxar um pouco nesta postagem, falar mais abertamente. Só não quero ficar relaxado demais, vejam bem. Quero dispençar alguns agradecimentos; primeiro aos que acompanham o Logos de Minas Gerais, seja via Orkut, seja via blog, seja como for. Sem vocês não haveria este blog, não haveria nada disso. Depois agradecer a alguns amigos: Ítalo Chesley, Lucas Magalhães e Vinícius Ribeiro, que a partir do ano que vem também assinarão colunas aqui. Em terceiro lugar a Débora Cássia, sem ela nada teria sido possível esse ano. Por fim a algumas pessoas importantes que tenho absoluta certeza que não lembrei de citar.

É importante lembrar que vamos passar por uma mudança de formato no LMG, ano que vem. Este blog terá uma equipe, logo, não será assinado apenas por mim. A partir do ano que vem, outras estrelas da escrita estarão por aqui. Pretendo que sejamos ao todo sete e que cada um de nós tome um dia da semana para postar. Nunca vai faltar conteúdo! E os assuntos serão bem variados. Prezando pela qualidade, escolhi pessoas competentes no que fazem; quatro delas estão na listagem de blogs amigos, ao lado, confiram depois. Contando comigo, os outros integrantes são: Ítalo Chesley, Lucas Magalhães, Vinícius Ribeiro, Jonas Barbosa, Nicole e Tchu. Será um experiência espetacular! Ano que vem será um ano de conquistas, sem dúvida. É sonho de longa data inaugurar esse formato aqui, na verdade, nunca esteve no meus planos, desde o princípio escrever aqui sozinho.

Agora que agradeci e prestei contas, vou arroxar a gravata de novo e falar sobre este ano que vem. Li um artigo no blog do Ítalo, hoje, que tratava dos famosos (e hipócritas) tapinhas natalinos nas costas. Bem, não tem como ganhar dos tapinhas… São o festival da hipocrisia mesmo! Vamos nos ofender e guardar rancor todo o ano, depois folgamos no Natal – ridículo. Só queria atentar a uma outra coisa, desta vez a um mal do ano novo: torná-lo cada vez menos novo.

Dizia Renato Russo que tendemos a tornar as coisas sempre mais do mesmo, concordo. Em vez de abrirmos o peito ao novo, cada vez mais nos agarramos ao velho, ao espírito da insegurança, à falta de esperança, aos hábitos antigos, aos paradigmas decréptos. Já dizia eu no saudoso antecessor desse blog, o LogosGV, que a esperança é a última que morre, mas morre. Bem… Eu não sou um fã do homem, esperar que as coisas melhores é utopia! Todavia, não buscar uma melhora é se acomodar no próprio chiqueiro e reclamar do cheiro ruim, mas isso ainda não é o pior; o pior é quando o cheiro não incomoda mais.  No começo, tudo que é ruim incomoda. Pia com goteira, esgoto a céu aberto passando na porta de casa… Depois de uns dias, o barulho da pia já não incomoda mais, o fedor do esgoto já é só mais um cheiro ruim dentre tantas outras coisas, desiste-se de buscar a melhora. Temos o péssimo hábito de nos acostumarmos com o que é ruim,  de nos acomodarmos sobre a merda e, às vezes, sobre uma boa poltrona mediana.

Faço um convite a todos que tiveram paciência de chegar até aqui: não nos acomodemos mais sobre o ano velho, sobre a merda. Busquemos sempre algo novo e melhor (novo nem sempre é melhor. Ex: novo Orkut) Tracemos metas e busquemos alcançá-las, por Deus. Trezentos e sessenta e cinco dias é tempo demais para se passar sobre a mesma merda do ano anterior. Essa merda acumula e no final estaremos num poço de merda; nesse ponto, nenhuma descarga no mundo consegue resolver. Em vez de ir comprar uma roupa branca, pega, pois, o sabão em pó e lava a sua roupa encardida até que fique nova em folha. Comprar um roupa nova não basta para desencardir a antiga. Fica a dica.

Boa noite, boa sorte, bom ano novo.

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terça-feira, 29 dezembro 2009 - Posted by | Arquivado |

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